Eu compro miséria, sempre que possível. Em cada farol e em cada esquina, eu dou os troquinhos que sobram. A miséria agora também é um produto! Conseguiram transformar os miseráveis em empreendedores!
Por exemplo: O rapaz é amputado, em vez de pedir dinheiro na cadeira de rodas, ele pede montado em um skate, o impacto é maior!
E viva o marketing da miséria!
Por isso dou dinheiro para todos os pedintes, eles vendem a miséria, e a compro sempre que possível!
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2 comentários:
Belo título do post, Urbe. Gostei mesmo.
Mas eu não dou esmola não. Sou daquela vertente que acha que o amputado vai de skate até o boteco depois do expediente, rs. ;)
bjs.
Tô achando que vou pro sinal vender bala-puxa com a Bárbara no colo... bem encardida.
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